Caramba! Tem cada peça linda aqui!
Caramba! Tem cada peça linda aqui!
Debra Baxter, "Cross My Heart” (2019)thisiscolossal.com/2019/08/scu…
#art
Crystal Hearts and Translucent Tongues Shaped Into Sculptural Works by Debra Baxter
Santa Fe-based sculptor and jewelry designer Debra Baxter combines glass, bronze, crystal, wood, and found objects to create ghostly sculptures of human forms.Kate Sierzputowski (Colossal)
Um relato de quem viveu a violência de Minneapolis como observadora e ganhou um reconhecimento inesperado por isso. A coisa lá está escalando loucamente.
E sim, eu sei que os EUA, enquanto país, estão entre os principais responsáveis por grande parte dos problemas desse mundo. Mas é importante a gente não perder a perspectiva de que nem todo mundo lá concorda com o que rola. Seria como achar que todo brasileiro é extremista de direita porque o Jair foi eleito aqui.
"I want all of us to feel more comfortable in coming forward and not be threatened by this administration on this level. The more of us that do that, the less of us are individually at risk. This is a #community of brave, courageous people, and I'm just being given an opportunity to represent that."
#pinkjacket
comicsands.com/pink-jacket-car…
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George Carlin famously said that politics and economy are "a big club and you ain't in it."
The #Epstein files are showing how right he was, especially this one, in which Epstein cackles with his pal Peter Thiel about how #Brexit was "just the beginning" of their plans to destroy governments and institute a "return to tribalism."
They elected Trump knowing that he is a corrupt/evil imbecile who destroys anything he touches.
It's all about buying the dip justice.gov/epstein/files/Data…
🦎❄️ When temperatures in #Florida drop below 7ºC (45°F), invasive green #iguanas undergo a strange transformation. As cold-blooded #animals, their bodies essentially "freeze" in place to protect their hearts and brains.
They lose their grip on tree branches and tumble to the ground in a state of suspended animation – usually waking back up as soon as the sun comes out.
👉 sciencealert.com/iguanas-drop-…
#science #wildlife #nature #biology #weather #herpetology #discovery
Iguanas stunned by cold temperatures dropped from trees in usually balmy Florida on Sunday as icy conditions blasted southern US states, dumping nearly a half-meter of snow in some areas and whipping up high winds that caused traffic chaos.AFP (ScienceAlert)
os colégios militares (que já existem a muito tempo) tem excelentes resultados em testes padronizados com alunos entrando em grandes universidades. Os próprios institutos militares (ITA, IME) tem alta qualidade de ensino. Então é bem fácil convencer o público que se o ensino é militar, se tem disciplina (nem entrar no mérito de todos os problemas de se ter a ideologia militar enfiada goela abaixo nos adolescentes) e os resultados acadêmicos são ótimos (para os critérios quantitativos que são usados).
Só se "esquecem" de dizer, que isso acontece porque esses colégios tem um financiamento muito maior que as outras escolas, que para entrar num lugar desses já tem um filtro acadêmico enorme e que se expulsam os alunos que não atingem metas. Assim é "fácil" ter bons indicadores. Mas obviamente as novas escolas aqui no Estado de SP não vão ser assim ...
Então é tipo briga perdida ... melhor continuar brigando pelo fim da 6x1 que pessoas de todas ideologias gostam de ter uma folga a mais na semana.
@renne @biloti Pra mim é daquelas pautas estruturais, independente da eleição em si.
Temos que interromper essa aberração imediatamente, sob pena de perdermos gerações.
Com o agravante de que o Novo Ensino "Mérdio" já vem condenando gerações inteiras com a ideologia da "pedagogia das competências".
Daí proponho outra pauta específica de esquerda: iniciar um processo de federalização do Ensino Médio.
@renne @biloti mostrando que outras abordagens, inclusive, a dos Institutos Federais que incluem protagonismo estudantil, espaço para participação e principalmente apoio administrativo especializado (assistência estudantil, psicólogo, etc) também funciona pra isso.
Eu sempre comparo com o campus Sertão do IFRS onde trabalhei, quase 300 adolescentes moravam na residência estudantil do campus, fora os alunos do superior, havia regras de convivência e estatutos, mas sem o fetiche da "disciplina militar", sim profissionalismo.
Mas concordo que do ponto de vista eleitoreiro pode ser mais fácil fazer o que o atual governo tem feito, discursos até contrários, mas ao mesmo tempo rendidos em teremos de ação.
@Renne Rocha não necessariamente tem que convencer as pessoas que o ensino lá é ruim. O importante é mostrar que existe muitas outras opções boas além desse modelo. Inclusive opções públicas boas com as diversas escolas federais de ensino médio e técnico do país.
Agora, sinceramente não acho que é só uma questão de convencimento. Isso porque muitas pessoas que põem seus filhos e filhas em escola militares ou anseiam pelas cívico-militares sabem muito bem como a coisa funciona lá e, de certa forma, concordam com os militares. O trabalho é anterior a esse da escola. É convencer as pessoas que a ideologia militar é que é ruim. E isso sim, vai dar um trabalho enorme...
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A philosophy webcomic about the inevitable anguish of living a brief life in an absurd world. Also Jokesexistentialcomics.com
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He wanted to use that bazooka against immigrants too.
"Hobbes rejected the natural law tradition of hospitality, which required that states take care of foreigners, and populationist arguments, which assumed that economic progress was predicated on rapid population growth."
If Hobbes viewpoint is just a formalization of chimpanzees kill-the-other-males tribalism, can we really credit him with it as Hobbsean
De autoria do deputado estadual Jessé Lopes (PL), o projeto foi aprovado pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) em dezembro de 2025, juntamente com outra proposta que também veta banheiros unissex em repartições públicas.
desacato.info/jorginho-mello-e…
Redação.- Em 26 de janeiro de 2026, o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), sancionou a Lei nº 19.686/2026, que proíbe a existência e o uso de banheiros unissex ou de gênero neutro em …Desacato
Participantes estavam chegando ao local da concentração para o ato, em frente ao Centro Administrativo, quando seguranças coagiram os manifestantes e fecharam os portões do prédio.
desacato.info/manifestacao-pro…
Por Bia Vargas. Na manhã desta segunda-feira, 26, um evento chamado pelo Observatório de Enfrentamento ao Racismo no Estado de Santa Catarina foi alvo de censura em Florianópolis. Participantes est…Desacato
Portuguese uses two different verbs for the copula "to be", ser and estar. ser is used for relatively permanent traits like "I am a Portuguese speaker", while estar is used for temporary traits like "I am sleepy right now".
however "to be dead" uses temporary "estar" and not permanent "ser". that's because Portuguese speakers are necromancers
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💁🏻♀️ ICYMI: 🐋🌊 Imagine a 30-ton humpback #whale breaching right next to you. This footage by photographer Alvaro Herrero López shows calves practicing leaps to build strength. These breaches might also help them communicate in the noisy water.
👉 Learn more: thekidshouldseethis.com/post/u…
#animals #frenchpolynesia #underwater #water #whales #ocean #wildlife #science #marinebiology #diving #photography #education #tksst #video
To float along the surface of the ocean, with a view above and below the water as whales travel through the area, is an experience of a lifetime. To floatRion Nakaya (The Kid Should See This)
É impressionante como o conceito de extrativismo de recursos físicos se encaixa perfeitamente na relação das big techs com a Internet, que está se tornando uma cava gigante a um ritmo cada vez mais acelerado.
Just FYI: this is part of the damage being done by extractive AI companies. Their scraper bots routinely DDOS us, and they multiply to take up as much bandwidth as is available. We are having to put a huge percentage of our developers’ time into just keeping the site alive rather than building its future. They are actively destroying everything worthwhile about the internet. @hello hcommons.social/@hello/1158546…Knowledge Commons (@hello@hcommons.social)
We’re currently experiencing a widespread outage affecting access to Knowledge Commons, including KCWorks and all user sites. Our team is actively investigating and working to restore service as quickly as possible.Knowledge Commons (hcommons.social)
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Come and visit our booth this weekend at @fosdem 2026!
We’ll be in Building K, Level 2, alongside other community booths, showing the newest version of Plasma on a laptop, plus other devices like the OP6, Fairphone 5, Mecha Comet, ASUS ROG Zephyrus G16, PineTab 2, Steam Deck, and Surface running Plasma.
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⚠️ ATENÇÃO ⚠️
O site do Senado está com uma Ideia Legislativa para as línguas indígenas serem co-oficiais junto com o português. Até hoje elas não são oficiais no brasil
A consulta fecha em CINCO DIAS e precisa de VINTE MIL APOIOS. Não temos nem 6k.
APOIEM: www12.senado.leg.br/ecidadania…
Apoie essa Ideia Legislativa: "PEC (Projeto de Emenda Constitucional) da cooficialização das línguas indígenas."Senado Federal - Programa e-Cidadania
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Aproveito essa ótima notícia pra divulgar uma série de #cursos gratuitos do #ibge .
loja.ibge.gov.br/oficinas-de-f…
Tem uns cursos presenciais que fiquei muito tentado a participar, mas infelizmente não vou conseguir. Entretanto tem um remoto que pode ser bem interessante pra nós da #educacao: "#IBGEeduca para #professores". É nessa quinta. Tem que fazer inscrição no link acima.
IBGE aposta em soberania digital e software livre no Plano de Trabalho 2026 – Capital DigitalSegundo o diretor de Tecnologia da Informação do IBGE, Marcos Mazoni, além de sustentar a infraestrutura que dá suporte às cerca de 340 pesquisas realizadas anualmente pelo instituto, a área de TI passa a concentrar esforços na construção de estruturas e parcerias capazes de garantir a soberania das informações e dos sistemas. “Hoje o IBGE tem uma estrutura tecnológica própria que chegou a um certo esgotamento em sua capacidade de atendimento diante do crescimento das demandas. E, evidentemente, a introdução de novas tecnologias deve ser pensada nesse processo”, afirmou.
capitaldigital.com.br/ibge-apo…
#SoberaniaDigital #ibge #SoftwareLivre #politica
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Daltux, William Weber Berrutti, Roney Belhassof, skarnio, Dan, Em Alta no Fediverso, Sergio Lima, Leonardo Ferreira Fontenelle, /home/dausacker, Joaozera e Fazendeira Gretel reshared this.
Durante a pandemia, criei uma versão online de uma disciplina que costumo lecionar na #Unicamp. Os vídeos estavam no YouTube.
Migrei tudo para o PeerTube! Agora o Fediverso hospeda +60 vídeos do meu curso de Cálculo Numérico. Sem propagandas. Sem apropriação indébita de seus dados.
O canal é esse aqui @numerico .
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Alexandre B A Villares 🐍, TÔ DE MUDANÇA, Sergio Lima, Tiago F, VISITE O DECORADO, PIUVAS., Arlon, Ecologia Digital, Daltux, adrianorg, William Fonseca, Dennis Nunes, /home/d4u54ck3r, Damny, Helio Loureiro, Dennis Nunes, Roney Belhassof, Aracnus e Isaac reshared this.
que estranho. Será que foi algo momentâneo?
ime.unicamp.br/~biloti/an/211/
Uma introdução à Computação Científica.Curso de Cálculo Numérico
Trump esperava legitimação global, mas obteve apenas a adesão de menos de vinte países, em sua maioria regimes autoritários, governos frágeis ou Estados dependentes da tutela norte-americana.
desacato.info/conselho-da-paz-…
Por Sayid Tenório. O anúncio feito por Donald Trump em Davos sobre a criação de um chamado “Conselho da Paz” não é um gesto de pacificação, mas um ato de engenharia política do imperialismo estadun…Desacato
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Heroic new release is finally out!
github.com/Heroic-Games-Launch…
Hi! It is being a wild 5 months since the last Heroic release in August and some people thought the project was dying but far from it, we never had received so many code contributions as in recent ...GitHub
🧠⚖️ Ever wondered why you put off big decisions? New #research suggests that the emotional pain of anticipating a negative outcome is six times stronger than the happiness of a potential gain.
This biological imbalance doesn't just make us avoid risks – it actually makes us more impatient as our #brains scramble to end the "emotional burden" of uncertainty.
👉 popsci.com/health/decision-mak…
#psychology #brain #science #biology #health #behavior #stem
Dreading negative outcomes is six times more powerful than anticipating the positive ones.Laura Baisas (Popular Science)
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If you think technology can solve your security problems, then you don't understand the problems and you don't understand the technology.
he's not wrong. I hope it's clear that there are plenty of social and political and even technological problems that one can solve once one undertakes control of one's own digital life.
what Schneier doesn't say or mean is that technology alone can't make security problems for you. it can, and avoiding that is what the article is about
there are numerous times in which a piece of imposed computer technology requires so much privilege to be able to reject it that the rejection becomes unachievable by most, and seems far more costly (not just money-wise) than tolerating the immediate abuse. it's not so hard to understand why people so often go along with what's imposed on them. it's not every day that we get a chance to e.g. reverse engineer the tax form filling program that we must use, and make a free version thereof, or to reject contemporary means of payment when the freedom-respecting ones are phased out, or to refuse to carry a tracking device when everything and everyone expects you to have one to take a bus or the subway, to get a parking spot for your car or your bike, to see the menu at restaurants, to place your order, to pay, to do your taxes, to schedule appointments, ... I've become digitally excluded for not carrying a tracking device, for not having a device that will run all of these proprietary apps that governments and businesses take for granted nowadays. so the problems I face for my conscious choice are the flip side of the coin of problems that most people face because they can't fathom going for the alternative that also sucks. the only way we could win AFAICT is for nearly everyone to realize that this sucks and demand a respectful alternative.
@iron_bug @oigreslima Governments are trying their best to make it illegal to not have a tracking device.
The UK is planning on requiring either an Android or iOS demon rectangle to be able to work or accept unemployment payments in the future.
But even then, just try doing many things without a phone number (just having access to a phone number without a demon rectangle takes a lot of skill and a special position)
my landline in a big Brazilian city was discontinued without warning in October. I heard people in the US got early warnings and had them discontinued as well. we can't count on their remaining available.
tracking devices that won't run random apps remain available AFAIK, and they can conceivably be left in place instead of carried around, but for how long? and they do have microphones (and cameras) that can be remotely activated without warning.
in Brazil, even in the absence of laws that mandate carrying such a tracking device, the federal government has an app/website that has become the single entry point for a growing number of government services, but the website limits access to many of the essential services, demanding access from a tracking device under remote control instead.
banking for regular people has recently become impossible, as banks discontinued their web-based services and now they're in a spree of shutting down branches, forcing customers to use apps to get any service whatsoever. despite my bringing banks to court and winning, the bank ignores the court order and discontinues access to services on the website for good. so I've become digitally excluded, and now I have to rely on family members to do my banking. but that won't last long: the banks are warning they're going to demand smartphone fingerprint biometrics.
I'm happy for you that your reality is not like this nightmare (yet?). hopefully we can reverse course before it hits you.
CC: @iron_bug@friendica.ironbug.org @Suiseiseki@freesoftwareextremist.com @oigreslima@fed.sfl.pro.br
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> the federal government has an app/website that has become the single entry point for a growing number of government services
over here they also have government "services" but I don't use it, although it's theoretically available via web, without any gadgets. I just don't want to cooperate with fascists in any way. they murder people and I hate them. so I live without any "services" from the fascist state. I don't communicate with them in any way.
>as banks discontinued their web-based services and now they're in a spree of shutting down branches, forcing customers to use apps to get any service whatsoever
that sounds bad. over here banks offer full-featured web interfaces. mainly because sanctions made it impossible to have their apps on different proprietary gadgets. unexpected positive effect from sanctions. but without any app I can pay with a card via any ATM so even if they close web there's no need to have a smartphone.
the "services" range from getting forms to pay taxes, starting businesses, getting health support, unemployment benefits, etc. depending on your privilege level, you may be able to give up rights and do without health support and various benefits, but if you try to go about without paying your taxes or fulfilling other legal obligations, you'd probably get in serious trouble. and then, when you get sued or even set out to sue the government to enforce your right to not have to use such surveillance devices, you find you have to use them to participate in the court audience (and if you don't show up you lose by default).
I regret having trusted things would remain reasonable and not acting sooner to preempt these moves
CC: @iron_bug@friendica.ironbug.org @Suiseiseki@freesoftwareextremist.com @oigreslima@fed.sfl.pro.br
erhm. the issue is not getting connectivity, but having to interact with parties that have power to impose their poor software choices on you
CC: @oigreslima@fed.sfl.pro.br @Suiseiseki@freesoftwareextremist.com
Eu tentei ajudar partidos/coletivos comunistas a vir pra cá à toa, já os anarquistas parecem enxergar muito bem a importância da libertação da classe trabalhadora também nas redes e não só aceitaram minha ajuda como sempre souberam valorizar isso.
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a galera anarquista sempre teve como grande proponente da proteção de identidade o coletivo Riseup, com e-mail, editor de documentos online, e bem nas antiga tinha até uma rede social bem interessante, onde rolavam muitas trocas de ideias e materiais. Isso na época do orkut, se não me engano.
Foi através da galera anarquista que tive o primeiro contato com uma rede federada tbm, na época do diáspora. Pra quem circula há um tempo nesse role, essas ideias não são novidade!

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Isso é tão maravilhosamente representativo do meu dia-a-dia que parece que foi feito sob encomenda..... Obrigado por compartilhar, @VISITE O DECORADO . 😀
lembrando sempre desse meu site com a resposta fundamental (da Laerte) em momentos de crises cuidadosamente fabricadas("vídeo ao meio dia", ah vá)
🌏 This is THE thing that some people really really don't seem to get:
“...it’s taken 100 years to get the oceans that warm at depth,” he says. “Even if we stopped using fossil fuels today, it’s going to take hundreds of years for that to circulate through the ocean...”
arstechnica.com/science/2026/0…
#climate #ocean #globalwarming #heat #hot #weather #climatechange #oceanlife #marinelife #emissions #poles #arctic #northpole #southpole #news #update #climatescience #data #earth #humanity #science
For the eighth year in a row, the world’s oceans absorbed a record-breaking amount of heat in 2025.WIRED (Ars Technica)
@numodular Wow did not know about that detail, I will read up on this!
For anyone else who is wondering:
en.wikipedia.org/wiki/Milankov…
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Are those people really stuck on that point or is there actually nothing you can say to convince them of anything?
My child is at the point where his classes involve discussion of world news. He recently told me there’s no point in learning anything because global warming is going to ruin everything, AI will take the jobs, and he can’t make a large impact on any of these issues (we had a long discussion about this and I don’t yet know how much of his view on this has changed).
Meanwhile, my mom thinks god will take every believer to heaven, my stepfather thinks global warming is mostly a hoax by solar/wind companies to make more money, and my brother thinks AI will save us all. This group has only budged on climate issues by moving the goalposts (they started with “it’s fake”, then “it’s natural sun cycles”, then “capitalism/god will save us”), so my personal, anecdotal experience is that the people that I know that care are borderline giving up (including my spouse), and the people that don’t care have so much faith in god/money saving them that nothing is really changing.
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MadeInDex 📰🌎 reshared this.
KDE Gear 25.12.1 is out!
Includes tweaks and bugfixes for Dolphin, Kate, skladnik, and more.
kde.org/announcements/gear/25.…
dolphin: Allow migration for users with the old session file format (Commit, fixes bug #513466) kate: Fix a tree view crash in the Project plugin (Commit, fixes bug #513753) skladnik: Ignore the mouse release event at the end of a drag action (Commit…kde.org
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If you found a bug, you should report it to
bugs.kde.org/show_bug.cgi?id=5…
It says "Resolved / Fixed". I'm asking if this update includes the fix.
Ah! Right. It says fixed in 25.12.1, so yes,
Dominios alternativos de Anna's Archive que todavía funcionan (sacados de la barra lateral de Wikipedia):
annas-archive.li
annas-archive.se
annas-archive.pm
annas-archive.in
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Recorde de lucro usando imagens do genocídio de Gaza como prova de teste em campo e eficiência em ser filho da puta
@AlJazeera flipboard.com/@aljazeera/middl…
Israel’s defence industry is making record profits, using images of strikes on Gaza as proof of their purported success.Al Jazeera
👁️⚡️ #MIT neuroscientists discovered that briefly anesthetizing the retina of the "lazy" eye for just a few days can restore #brain's visual responses in adults with amblyopia, a condition affecting 7 million Americans.
The #breakthrough challenges conventional belief that lazy eye can only be treated in childhood by triggering neural activity that essentially "reboots" how the brain processes #vision.
👉 newatlas.com/medical/reboot-vi…
#science #neuroscience #medicine #breakthrough #health #research
A new study shows that briefly and reversibly anesthetizing the retina of the amblyopic eye for just a few days can restore the brain's visual responses to that eye, even in adults.Pranjal Malewar (New Atlas)
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INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 30 DE DEZEMBRO! 😉
Curso de imersão CIPDS-01: SMASH!
Criando um shell Unix simples e funcional
- Linguagem: C
- Carga horária: ~ 30 horas em 5 sábados
- Sábados de 10 de janeiro a 7 de fevereiro
- Das 9:30h às 16:30h (UTC-3)
Informações e inscrições:
bolha.dev/blau_araujo/cpd/src/…
Não deixe de ler sobre a proposta dos cursos de imersão:
bolha.dev/blau_araujo/cpd
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Cheguei a conclusão que rednet.social não era um nome muito brasileiro pra listinha de vilarejos do Fediverso (ok, instâncias).
O rednet.social fica por enquanto (até por causa da parte latina) mas para o Brasil agora montei isso:
nossa.social.br/
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O nossa.social inclui uma página divertidinha com celebridades chatinhas que não estão no Fediverso e nunca estarão :
nossa.social.br/famosos
(Aceito sugestões por tanto que tenham uma página na Wikipedia com uma imagem).
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REVISTA PERMA - PRIMAVERA DE 2025
Com grande satisfação, apresentamos o terceiro número da Revista Perma. Este número da revista, assim como os anteriores, traz o protagonismo das Instituições Federais de Ensino Superior e suas contribuições autorais sobre a interface entre a #permacultura, ações de pesquisa, extensão e educação.
Acesse o editorial em redepermacultura.ufsc.br/revis…
Desejamos uma boa leitura!
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O ano de 2025 vai chegando ao fim: mais um ciclo, mais uma volta da Terra ao redor do Sol, a passagem pelas quatro estações. Parece acertado iniciar rememorando os ritmos que regulam e permitem a vida, sejam eles políticos, ecológicos ou geológicos.adrianag (AS-PTA)
Washington não respondeu recompensando a prudência de Petro, mas sim apertando o cerco em torno dele
desacato.info/chile-e-venezuel…
Por Carmen Parejo Rendón. Enquanto os principais veículos de comunicação internacionais insistem em retratar um suposto aumento nas “tensões” entre os EUA e a Venezuela como se fosse um…Desacato
The Centaur and the Siren
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reads the artist's bio
Wait, hold up, you made this using only free, open-source tools?!? That's even more impressive. If you don't mind me asking, what's your preferred drawing software? I've been using Photoshop since forever, but I've been itching to move to something else.
Website of David Revoy, artist and instructor using only Free/Libre and Open-Source software since 2009.David Revoy
@pink @Legit_Spaghetti Yes, only with Free/Libre and Open Source software, my main tool is Krita, and right now on a Debian Plasma KDE X11 operating system (fully described on the link Pink sent, thank you Pink!).
I also have a humble Ytb channel if you are not allergic to French accent: youtube.com/@DavidRevoy/videos (mirrored on Peertube too, peertube.touhoppai.moe/c/4742f… )
I'm the creator of the webcomic Pepper & Carrot and Mini Fantasy Theater. My channel is about sharing tips for drawing and painting with free/libre and open source software. I publish my tutorials, painting time-lapses and hardware reviews.YouTube
Not to be dramatic but I would die for Blort

Auf YouTube findest du die angesagtesten Videos und Tracks. Außerdem kannst du eigene Inhalte hochladen und mit Freunden oder gleich der ganzen Welt teilen.www.youtube.com
Nice One! 😆
... and now I wonder how many European languages this is obvious in without further explanation.
E.g. in German it's "Seepferdchen", that's literally "little sea horse", thus the comic works directly. 🤔

Investigating the seahorse emoji doom loop using logitlens.vgel.me
Imagine your father is a minitour and your mother is a mermaid, but you get the human half from both.
That mean's you're just...
Some guy.
J'ai testé pour cet épisode une nouvelle configuration pour mon crayon numérique sous Krita: avec d'avantage de grains. Je partagerai ça bientôt sur le blog.
je vois qu'effectivement ce crayon a plus de grain. Mais au delà soyons clairs tu as surtout bcp amélioré ta technique dans les qq dernières années que nous te suivons. Ce dessin est extrêmement précis, expressif, et délicat, déjà dans le crayonné, sans parler de la mise en couleurs super travaillée.
Les heures de travail ne mentent pas.
What would John Pinette say about all of this?
likely something along the lines of
I say, neigh neigh!
@cnx
Lol. Not sure how I got dragged into this, but I'm here for it and now considering changing my avatar to dead-fish/horse kid...
Bonus unrelated fun fact: Not sure if Deevad realizes, but we actually met in person many years ago at an early Krita sprint.
I LOVE THIS SO MUCH!!🤩🎉✨💯
It all makes so much sense, now! 🥰🐟💕🐴
Thank you!
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Criei minha primeira conta no Mastodon em 2017, depois do CEO do Twitter daquela época ter feito alguma coisa que já nem lembro. Depois esfriou e continuei no Twitter. Depois na pandemia voltei ao Mastodon por causa de alguma outra polêmica no Twitter e também criei conta no Pixelfed para tentar sair do Instagram. Sempre mantive presença no Fediverso e nas redes tradicionais em paralelo, fiz bastante crossposting durante um tempo, e tinha fases em que ficava mais em uma ou em outra, dependendo os assuntos da moda e minhas necessidades emocionais. Quando eu queria discutir com gente que pensa diferente eu me envolvia nas intrigas do Twitter (tipo comprar briga com gente preconceituosa). Quando queria aconchego e inspiração, ficava mais tempo no Mastodon.
Até que em algum momento eu saturei do Musk e do algoritmo deles e saí de vez do Twitter, com muita tristeza pois perdi contato com gente que postava coisas muito boas e eu aprendia bastante.
Tentei Bluesky mas não achei minha turma e achei que em pouco tempo ia virar mais do mesmo.
Decidi ficar no Fediverso de vez e construir as coisas por aqui. Acho que o que está acontecendo aqui é inovador, acho lindo o trabalho coletivo de alta complexidade e altruísta de todos os envolvidos em cada plataforma, cada especificação técnica e cada linha de código, e acredito que esse é o futuro da web e que vale a pena lutar por isso. E eu GOSTO de ver construção mais do que ver produto acabado, então ver cada plataforma sendo melhorada aos pouquinhos, por pessoas que abrem mão de seu tempo livre para construir uma infraestrutura para a humanidade, de graça, tentando nos oferecer um mundo alternativo, talvez utópico (não sei) mas que me dá esperança nesse planeta onde TUDO parece estar piorando, tudo é monetizado, e só tem projeto de distopia à vista..
E enfim, fora essas coisas abstratas, eu curto muita gente daqui, temos neuroses parecidas e é o único lugar onde encontro gente que curte o mesmo grupo de assuntos que eu. E como vc pode ver por essa resposta (se chegou até aqui), aqui não tenho limite de caracteres para escrever como nas outras redes, e isso é importante para mim porque sou tagarela na internet. 😁
Tem mais razões mas o texto já está longo demais!
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é bem isso mesmo! Cada vez que preciso resumir passo um tempo danado 🫣
1. Não é trivial, mas tem jeitos do admin configurar a instância do Mastodon para ter mais de 500 caracteres
2. Dá para postar de instâncias de outro tipo, p. ex. GoToSocial ou Lemmy, que vão ter possibilidades e restrições diferentes
@thaise , bom, como eu gosto de brincar, quando cheguei aqui era tudo mato. 🙂 Em 2008 surgiu uma mídia social chamada identi.ca, que veio como uma opção livre às mídias sociais proprietárias. O código era aberto e mobilizou grande parte dos ativistas de software livre dessa época. Como casava exatamente com aquilo que eu defendia, de uma rede livre, que não capturava seus dados e que ainda permitia que você excluísse integralmente todo o seu conteúdo, caso desejasse, entrei de cabeça na proposta.
Na sequência, começou-se a discussão de redes federadas, e eu conheci o primeiro trabalho do Mike Macgirvin, a Friendica (na época chamada de Friendika). Eu a instalei em uma VPS e passei a ter a minha instância no Fediverso (agora já era algo com esse nome). Isso foi em 2012. De lá pra cá, experimentei outras mídias livres, como a Hubzilla e a GNU Social, mas acabei voltando pra Friendica. E é da versão atual desse mídia que eu estou enviando essa mensagem. ☺️
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comecei no identi.ca, o berço do fediverso, há um pouquinho mais de uma semana (começo de 2009 😉
nunca frequentei as redes devassas da atualidade. quando apareceu o identi.ca, eu já tinha ouvido falar de twitter, mas como twitter não era compatível com os ideais do software livre, nunca entrei. com o identi.ca, pude experimentar, gostar e nunca mais sair.
frequentei outras redes como Twister e SSB, e outras dimensões do Fediverso como Diaspora e GNU social (o que o identi.ca rodava nos primeiros anos), mas há cerca de um ano estou só com uma instância própria de SNAC, e tá bom demais
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Tecnofeudália - 16/12, às 19hNa semana passada, dois eventos críticos marcaram as mídias sociais. No Instagram, perfis de políticos e personalidades públicas...YouTube
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Sou queniano. Não escrevo como o ChatGPT. O ChatGPT escreve como eu. Marcus Olang
Segue um excelente artigo que vale muito a pena ler pelas palavras do autor original:
Artigo em inglês: marcusolang.substack.com/p/im-…
Gostei muito desse artigo, queria muito ler sobre esse assunto vindo de pessoas de lá, sem passar por leitura de mídia ocidental.
Coloquei a tradução para o português abaixo, mas para quem nunca ouviu falar das IAs sendo treinadas por africanos, dou um pouco o contexto: o Quênia é conhecido por sua proficiência no inglês, vindo de um sistema educacional rigoroso herdado do colonialismo britânico, e se tornou um importante fornecedor de profissionais de linguagem para o mercado ocidental, incluindo redatores e treinadores de IA. Mas o estilo formal e rebuscado do inglês queniano - antes valorizado - passou a ser confundido com textos gerados por IA, já que modelos como o ChatGPT incorporaram esse padrão de escrita durante seu treinamento por ter sido feito por quenianos. (todo modelo de IA precisa ter corretores humanos, e as empresas ocidentais vão buscar esses corretores especializados em países com mão de obra barata)
Isso tem levado ferramentas de detecção de IA a classificar erroneamente os textos "naturais" de quenianos como "artificiais", prejudicando oportunidades profissionais e acadêmicas no exterior. Além das consequências práticas, a situação afeta emocionalmente os quenianos, que dedicaram anos ao domínio do inglês como caminho para o sucesso (sob pressão de um sistema educacional extremamente exigente), e agora veem seu estilo de escrita - antes motivo de orgulho - ser motivo de chacota e associado à IA, sem que tenham qualquer culpa.
Tradução:
Sou queniano. Não escrevo como o ChatGPT. O ChatGPT escreve como eu.Há uma conversa que continua acontecendo, e... ok. Ok. Esse é um post que finalmente me irritou:
"Odeio ter que te dizer isso.. mas - é uma prova irrefutável de que você está usando o ChatGPT."As respostas apontaram algo crucial, algo que torna todo esse debate ainda mais irritante: alguns de nós realmente tivemos que aprender inglês.
Deixe-me explicar.
O primeiro incidente - e talvez o que eu deveria ter interpretado como um sinal do que estava por vir - ocorreu no início deste ano. Recebi uma resposta a uma proposta na qual trabalhei arduamente durante dias.
“Esta é uma base realmente sólida, mas você poderia reescrevê-la com um toque mais humano? Parece um pouco como se tivesse sido escrita pelo ChatGPT.”Toque humano. Toque humano. Eu vou te dar toque humano, seu...
Desculpe. Os pensamentos intrusivos tomaram conta de mim. Estou de volta, estou de volta.
A questão é a seguinte: cada vez mais escritores parecem estar recebendo esse tipo de resposta e, na minha opinião observadora, há um viés bastante sombrio e insidioso nisso. Fique comigo por um momento, e voltarei a esse assunto.
Parte da ironia é do tipo que faria nossos ancestrais rir. Porque o acusador, à sua maneira, não estava totalmente errado. Minha escrita compartilha algum DNA com a produção de um grande modelo de linguagem. Ambos temos uma tendência para frases estruturadas e equilibradas. Ambos temos uma predileção por frases de transição para garantir que o fluxo lógico nunca seja questionado. Ambos usamos ocasionalmente (e agora aparentemente de forma incriminatória) hífens, ponto e vírgulas ou travessões para conectar pensamentos relacionados com um toque mais elegante do que um simples ponto final.
Com a mente mais calma, tornei-me um pouco mais gracioso. O erro no julgamento deles não estava no quê, mas no porquê. Eles tinham confundido a história de origem.
Sou escritor. Um escritor que também é queniano. E cheguei a esta conclusão: não escrevo como o ChatGPT. O ChatGPT, com a sua forma estranha, incorpórea e de origem global, escreve como eu.
Ou, mais precisamente, escreve como milhões de nós que fomos empurrados por um canal educacional e social muito particular, um canal deliberadamente projetado para eliminar ambiguidades e moldar nossos pensamentos em uma forma muito específica, muito formal e muito impressionante.
Há uma comunidade crescente (culto?) de autoproclamados detetives de IA, que projetaram e detalharam o que consideram sinais reveladores e equiparam seus seguidores com uma lista de verificação de sinais robóticos.
Um texto usa palavras como “além disso”, “ademais”, “consequentemente”, “caso contrário” ou “assim”? Ele constrói seus argumentos usando estruturas perfeitamente paralelas, como o clássico “Não é apenas X, mas também Y”? Ele organiza seus pontos-chave em trios organizados e lógicos para obter o máximo impacto retórico?
A esses detetives da inautenticidade digital, eu digo: Amigo, bem-vindo a uma típica terça-feira em uma sala de aula, sala de reuniões ou chat interno do Teams no Quênia. As mesmas coisas que você identifica como marcas da máquina são, na verdade, os registros fósseis da nossa educação.
A base do meu estilo de escrita não foi programada no Vale do Silício. Ela foi forjada no cadinho de alta pressão do Certificado de Ensino Primário do Quênia, ou KCPE. Para a minha geração e as que se seguiram, a prova de redação em inglês — e sua equivalente em suaíli, Insha — não era apenas um teste; era um rito de passagem. Era um momento decisivo na vida: uma corrida de quarenta minutos e alto risco, em que todo o seu futuro, sua admissão em uma boa escola secundária nacional e, por extensão, a trajetória da sua vida, podiam depender da sua capacidade de empregar um vocabulário rico e uma estrutura de frases sofisticada sob uma pressão imensa e sufocante.
E aquele momento não era uma aberração. Todas as aulas de inglês e todos os trabalhos de casa dos três anos anteriores (e mais, pode-se argumentar) foram especificamente concebidos para que o professor que corrigisse a sua composição lhe atribuísse uma nota o mais próxima possível do máximo de 40. Obteve 38/40? Querido, quem quer que esteja a corrigir o seu trabalho considerou-o digno de respirar o mesmo ar que Malkiat Singh.
É uma memória difícil de apagar — a sugestão, escrita com a caligrafia cursiva perfeita do professor no quadro-negro: “Férias que nunca esquecerei”. Ou talvez fosse uma daquelas que exigiam que você terminasse toda a redação com “... e foi então que acordei e percebi que era apenas um sonho”. O tema era quase irrelevante. O verdadeiro teste era a execução.
Havia regras tácitas, mandamentos passados de professor para aluno, ano após ano. O primeiro mandamento? Você deve começar com um provérbio ou uma declaração inicial impactante. “A pressa é inimiga da perfeição”, escrevíamos, antes de começar uma história sobre correr para o mercado e esquecer o dinheiro. O segundo? Você deve demonstrar um vocabulário amplo. Você não apenas ‘andava’; você ‘caminhava com determinação’, ‘arrastava-se cansado’ ou ‘passeava despretensiosamente’. Você não apenas ‘via’ algo; você ‘contemplava um espetáculo magnífico’. Nossos cadernos estavam cheios de listas dessas "palavras de impacto" e seus sinônimos e antônimos eram martelados em nós como tabuadas de multiplicação.
O terceiro, e talvez o mais importante mandamento, era o da estrutura. Uma redação tinha que ser uma construção perfeita. A introdução era a fundação, o corpo eram as paredes e a conclusão era o telhado, resumindo ordenadamente a moral da história e, se você fosse inteligente, voltando ao provérbio introdutório para criar um ciclo satisfatório, embora previsível. Fomos ensinados a construir nossos parágrafos em torno de uma frase-tema forte. Fomos ensinados sobre o pecado do fragmento de frase e a virtude da frase composta complexa.
Nossos professores, armados com canetas vermelhas que manchavam nossas páginas com julgamentos, eram nossos algoritmos originais, treinando-nos em um modelo específico de “boa” redação. Nossas composições modelo, as redações perfeitas de alunos anteriores lidas em voz alta para a turma, eram nossos dados de treinamento.
E essa é uma cultura que se estende até o ensino médio, onde livros determinados devem ser memorizados e argumentos a favor ou contra certas afirmações devem ser elaborados para que você alcance e supere a nota mínima em literatura inglesa. Você poderia literalmente recitar Shakespeare no meio da noite, logo antes de qualquer prova.
Esse estilo tem uma história, é claro, uma história muito mais antiga do que o microchip: é um descendente linguístico direto do Império Britânico. O inglês que nos foi ensinado não era a língua fluida e em evolução da Londres ou Califórnia modernas, repleta de gírias e abreviações convenientes. Era o inglês da rainha, a língua do administrador colonial, do missionário, do diretor. Era a língua da Bíblia, de Shakespeare, da lei. Era uma ferramenta de poder, e fomos ensinados a manejá-la com precisão. Dominar suas cadências formais, seu vocabulário ligeiramente arcaico, suas estruturas gramaticais rígidas, não era apenas uma questão de passar em um exame. Era um sinal. Era a prova de que você era educado, civilizado, pronto para ocupar seu lugar na ordem das coisas.
(Tentei resistir, mas não consigo evitar, e talvez você já tenha percebido: viu os três?)
No Quênia pós-independência, essa língua não desapareceu. Simplesmente mudou sua função. Tornou-se a língua oficial, a língua da oportunidade, o novo marcador de classe e sofisticação. Os Charles Njonjos e Tom Mboyas de sua época a usavam para marcar seu status na sociedade. A capacidade de falar e escrever esse inglês formal e “correto” separava os que tinham dos que não tinham. Era a chave que abria as portas para a universidade, para um emprego corporativo, para uma vida além da aldeia. O sistema educacional, portanto, redobrou os esforços para ensiná-la, preservando-a em um estado quase perfeito, como uma peça de museu.
E aí está o ponto principal dessa longa piada histórica. Uma “IA”, um grande modelo de linguagem, é treinada em um vasto corpus de textos que são predominantemente formais. Ela aprende com livros publicados nos últimos dois séculos. Aprende com artigos académicos, enciclopédias, documentos jurídicos, todo o arquivo do conhecimento humano estruturado. Aprende a associar inteligência e autoridade com precisão gramatical e estrutura lógica.
A máquina, na sua busca por soar autoritária, acabou por soar como um graduado do KCPE que tirou um “A” em Composição Inglesa. Acidentalmente, replicou o fantasma linguístico do Império Britânico.
Agora, o mundo, através de suas novas e profundamente falhas lentes tecnológicas, olha para o resultado de nosso treinamento muito humano e muito analógico e o chama de artificial. O insulto é agravado pelas próprias ferramentas usadas para aplicá-lo. Os chamados detectores de IA não são árbitros neutros da verdade. Eles próprios são produtos de uma visão de mundo cultural e técnica específica.
Esses detectores, pelo que entendi, geralmente funcionam medindo duas coisas principais: “perplexidade” e ‘burstiness’ (ou ‘explosividade’). A perplexidade mede o quão previsível é um texto. Se eu começar uma frase com “O gato sentou no...”, seu cérebro e a IA preverão a palavra “chão”. Um texto cheio de frases tão previsíveis tem baixa perplexidade e é considerado “robótico”. A explosividade mede a variação no comprimento e na estrutura das frases. A fala e a escrita humanas naturais são percebidas como “explosivas” — uma frase curta e impactante, seguida por uma longa e sinuosa, depois outra curta. Os LLMs, pelo menos em suas formas iniciais, tendiam a escrever com um comprimento de frase mais uniforme, um ritmo monótono que carecia dessa explosividade humana.
Agora, considere nosso “treinamento” novamente. Fomos ensinados a ser claros, lógicos e, de certa forma, previsíveis. Nossas estruturas de frases deveriam ser consistentes e equilibradas. Fomos explicitamente ensinados a evitar a própria “burstiness” que os “detectores” agora buscam como um sinal de humanidade. Uma boa composição fluía suavemente, cada frase se baseando na anterior com uma lógica impecável. Fomos, na verdade, treinados para produzir textos com baixa perplexidade e baixa explosividade. Fomos treinados para escrever exatamente da maneira que essas ferramentas são projetadas para sinalizar como não humano. O viés não é um bug. É todo o sistema.
Estudos acadêmicos recentes confirmaram isso, descobrindo que essas ferramentas não são apenas pouco confiáveis, mas também significativamente mais propensas a sinalizar textos escritos por falantes não nativos de inglês como gerados por IA. (E, novamente, vamos voltar a isso.)
A ironia é enlouquecedora: você passa a vida inteira dominando um idioma, aderindo às suas regras formais com mais diligência do que a maioria dos falantes nativos e, por isso, uma máquina construída do outro lado do oceano chama você de falso.
Então, quando você lê meu trabalho — quando você vê nosso trabalho — o que você realmente está vendo? Você está vendo a prosa sem alma de um robô? Ou você está vendo a imagem de nossa professora de inglês do oitavo ano, a Sra. Amollo, com sua voz ecoando em nossas mentes — uma voz que falava com o sotaque preciso e conciso de uma época passada — lembrando-nos de conectar nossos parágrafos com uma frase de ligação adequada? Você está vendo o resultado de um algoritmo ou a memória muscular de mil ensaios escritos à mão, martelados em nós até que a estrutura se tornasse tão natural quanto respirar?
A questão do que torna a escrita “humana” tornou-se perigosamente restrita, controlada por algoritmos que carregam os preconceitos implícitos de seus criadores. Se a humanidade agora é definida pela presença de erros casuais, coloquialismos centrados nos Estados Unidos e um certo ritmo informal e coloquial, então onde isso deixa o resto de nós? Onde isso deixa o escritor de Lagos, de Mumbai, de Kingston, daqui mesmo em Nairóbi, que foi ensinado que a precisão era a forma mais elevada de respeito tanto pela língua quanto pelo leitor?
É uma nova fronteira da mesma velha luta: a luta para ser visto, para ser compreendido, para receber a mesma presunção de humanidade que é concedida tão facilmente a outros. Minha escrita não é produto de uma máquina. É produto da minha história. É o eco de um legado colonial, o resultado de uma educação rigorosa e um testemunho do esforço necessário para dominar a língua oficial do meu próprio país.
Antes de apontar o dedo e gritar “IA!”, peço que pare. Considere a possibilidade de que o que você está vendo não é uma falta de humanidade, mas uma forma de humanidade que você não foi treinado para reconhecer. Você pode estar vendo o resultado de uma educação diferente, uma história diferente, um padrão diferente.
Você pode estar apenas vendo um queniano escrevendo. E fazemos isso dessa maneira há muito tempo.
Traduzido por DeepL.com
I'm calm. I'm calm. I promise.Marcus Olang' (this man's mind)
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Recomendo demais esse material, pessoal! É um trabalho primoroso!
Para quem está chegando no #Fediverso, é bom saber que os museus brasileiros, impulsionados pelo Ibram-#Museus, realizam reflexões e experimentos no tema das redes sociais descentralizadas. Afinal, como garantir a preservação do nosso patrimônio cultural, sem desenvolver músculos digitais?!
Neste link, você poderá conhecer um pouco do que estamos fazendo. É o governo federal colocando um pé (um dedo, vai..😀 no Fediverso.
Vamo junto!?josemurilo.com/2025/12/05/muse…
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elvecioforte
in reply to Aracnus • • •Mas é importante a gente não perder a perspectiva de que nem todo mundo lá concorda com o que rola. Seria como achar que todo brasileiro é extremista de direita porque o Jair foi eleito aqui.
Essa parte aí no fediverso brasileiro fica complicada, já que tem pessoas de esquerda ( assim eles se declarando) agindo que nem fascista perverso, atacando gringo pra todo quanto é lado, com vontade de enforcar todos eles, um dia é europeu outro é americano.....🤦🏼♂️
Ahi ahi
Aracnus
in reply to elvecioforte • •Muito bem lembrado, @elvecioforte ! Inclusive aqueles bonés que estavam circulando pelo governo federal com a frase "O Brasil é dos brasileiros" me causaram um certo incômodo à época, porque é uma afirmação muito semelhante à "Alemanha para os alemães" (Deutschland den Deutschen) ou à "Itália para italianos" (L’Italia agli Italiani), slogans respectivamente nazista e fascista.
Entendo que a intenção não era essa aqui no Brasil, mas é importante tomarmos cuidado com aquilo que falamos.
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